Na tarde de hoje, segunda-feira (28), foi encontrado um corpo executado com pelo menos cinco tiros próximo vicinal de Carnaúba município de Anapurus, até o momento o corpo não foi identificado, de acordo com o Sargento Nailton, que foi chamado e registrou a ocorrência. Ainda não há pista da autoria do crime e ninguém foi preso. Policiais não descartam que o crime possa ter sido em outro local...
segunda-feira, 29 de maio de 2017
SÃO LUÍS/MA – AUMENTO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS DEVERÁ SUBIR PARA 3.40 ANUNCIA A PREFEITURA
Reajuste está previsto para acontecer anualmente, em data definida no contrato de licitação do transporte público
A Prefeitura Municipal de São Luís deu início aos preparativos para o anúncio de aumento da passagem de ônibus na capital. O reajuste está previsto no contrato de licitação do transporte público da cidade, assinado pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), o secretário municipal de Trânsito e Transporte, Canindé Barros, e os representantes dos consórcios vencedores do certame, no ano passado.
Pelo documento, a tarifa do transporte público coletivo poderá sofrer reajuste por ordem do pedetista, em valor ainda a ser calculado, como forma de recompor o equilíbrio econômico-financeiro do sistema. O dia escolhido entre as partes para que isso ocorra está expresso do próprio documento: a cada 12 meses, considerando-se como data base a data de assinatura do contrato — isto é, a cada dia 22 de julho, para a Viação Primor; e dia 1º de setembro para os consórcios Upaon-Açu, Taguatur-Ratrans-Consórcio Central e Via SL.
Embora à primeira vista a data para o aumento aparente estar distante, o anúncio do novo aumento já começou a ser desenhado.

Desde a metade da semana passada, rodoviários e o sindicato dos motoristas, cobradores e fiscais do transporte coletivo de São Luís disseminam em grupos de WhatsApp e redes sociais uma possível paralisação da categoria, sob a alegação de garantia do reajuste salarial, aumento do valor do ticket alimentação, dentre outros itens.
Já conhecido por quem precisa e anda de ônibus, esse tipo de movimentação ocorre sempre que um aumento na passagem está prestes a ocorrer da gestão de Edivaldo. Foi assim em 2013, quando a ida de estudantes às ruas e a intervenção da promotora Lítia Cavalcanti atrapalharam o que seria o primeiro aumento; novamente em 2014, quando a passagem mais cara subiu para R$ 2,40; outra vez em 2015, quando o pedetista aumentou para R$ 2,80 e foi obrigado a baixar R$ 0,20 após nova pressão de estudantes; e também em 2016, em pleno ano eleitoral, quando elevou sem cerimônia a tarifa para R$ 2,90.
No início de 2017, inclusive, essa estratégia da categoria ameaçar e deflagrar greve para justificar o aumento da tarifa só não deu certo porque a prefeitura, após pressão da população e do deputado estadual Wellington do Curso (PP), pediu socorro ao juiz da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, Douglas Martins. Na própria decisão, porém, o magistrado destacou que, somente naquele período, fora do acordado no contrato de licitação do transporte público para haver aumento, é que os consórcios e o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo (SET) não poderiam pedir para Edivaldo reajustar a tarifa dos ônibus. Passado esse período, porém, o prefeito poderia ceder ao que acertou com os empresários e promover a recomposição tarifária dos coletivos.
“(…) reconhecendo a inexigibilidade de qualquer reajuste ou recomposição tarifária antes do período de 12 meses a contar da data base, nos termos do contrato, determino aos réus que se abstenham de utilizarem o reajuste/recomposição da tarifa de transporte coletivo como solução do dissídio coletivo com os trabalhadores”, diz trecho da sentença.
Pelo que foi apurado até agora, como a recomposição tarifária tem de ser de acordo com a fórmula descrita no contrato, e se até lá o diesel não aumentar novamente, o reajuste deve ficar em torno de R$ 3,40.
“Temer não tem legitimidade para estar no cargo, foi gravado por Joesley da JBS. O pouco que se escuta nos áudios já dá pra ver como eram as conversas dele na calada da noite, às escondidas, com os corruptores. O Congresso não tem legitimidade para eleger quem deve substituir Temer, a maioria está envolvida em falcatruas, roubalheira”, aponta post dos Jornalistas Livres, que transmitem ao vivo o ato pelas diretas em Copacabana; acompanhe ao vivo.
ACONTECE AGORA – Grande ato por Eleições Diretas Já!
RIO DE JANEIRO, praia de Copacabana.
RIO DE JANEIRO, praia de Copacabana.
Temer não tem legitimidade para estar no cargo, foi gravado por Joesley da JBS. O pouco que se escuta nos áudios já dá pra ver como eram as conversas dele na calada da noite, às escondidas, com os corruptores. O Congresso não tem legitimidade para eleger quem deve substituir Temer, a maioria está envolvida em falcatruas, roubalheira, crimes que inclui inclusive tráfico de drogas.
Quem tem que decidir é o povo brasileiro.
Se você estiver no Rio, vai pra Copacabana, vai gritar que é você quem quer decidir o rumo da tua história.
Durante o dia Criolo, Mano Brown, Caetano, Martinália, e vários outros artistas estarão cantando e somando nessa luta pelo teu direito de escolher teu Presidente. Acompanhe aqui AO VIVO, e se estiver por perto, vai pra lá!
Filha de Cunha e Cláudia Cruz, absolvida por Moro, ostenta vida de luxo nas redes
Com quase 30 mil seguidores na rede social, Bárbara ou Babu, seu apelido, ela faz questão de compartilhar inúmeros momentos com o namorado. A mãe coruja sempre comenta as publicações românticas da filha com corações e aplausos.
A filha de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e da jornalista Cláudia Cruz, Bárbara Cruz da Cunha, bomba nas redes sociais com milhares de seguidores, ostentando uma vida de luxo, restaurantes caros, roupas e viagens com o namorado.
Enquanto o pai – “o homem da minha vida”, segundo ela, amarga a vida na cadeia e a mãe responde a processos (ela foi absolvida apenas num dos processos), a estudante de Publicidade e Propaganda de 19 anos se esbalda, ao que tudo indica, com dinheiro de propina arrecadada pelo pai.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
MARCO AURÉLIO INTERROMPE SESSÃO DO STF AO SABER DA DITADURA TEMER
que seja mentira”, disse o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, ao saber que Michel Temer convocou as Forças Armadas por uma semana, praticamente decretando estado de sítio na capital federal; primeiro “presidente” da história do Brasil a ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, Temer chamou o Exército depois que 100 mil pessoas ocuparam a Esplanada dos Ministérios para protestar contra as reformas de seu governo ilegítimo, que chegou ao poder por meio de um golpe; no decreto assinado por Temer, rejeitado por 92% dos brasileiros, e pelo general Sergio Etchegoyen, o Exército foi chamado para garantir a lei e a ordem; no entanto, a Ordem dos Advogados do Brasil considera Temer criminoso e pede seu impeachment – iniciativa que tem o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.
“Espero que seja mentira”, disse o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, ao saber que Michel Temer convocou as Forças Armadas por uma semana, praticamente decretando estado de sítio na capital federal.
Primeiro “presidente” da história do Brasil a ser investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, Temer chamou o Exército depois que 100 mil pessoas ocuparam a Esplanada dos Ministérios para protestar contra as reformas de seu governo ilegítimo, que chegou ao poder por meio de um golpe parlamentar, liderado por políticos corruptos.
No decreto assinado por Temer, rejeitado por 92% dos brasileiros, e pelo general Sergio Etchegoyen, o Exército foi chamado para garantir a lei e a ordem.
No entanto, a Ordem dos Advogados do Brasil considera Temer criminoso e pede seu impeachment – iniciativa que tem o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
EX-PREFEITO DE SÃO BENDITO DO RIO PRETO FAZ FESTA
Ex-prefeito de São Benedito do Rio Preto Dr. Creomar Mesquita comemorou no ultimo dia 20/05/2017 seu aniversario em sua residencia localizada na rua João Sousa centro a companhado de todos seus amigos e algumas lideranças politicas o Deputado Levi Pontes de chapadinha e o ex- prefeito de Miranda do Norte Junior Lorenço que agora é candidato a deputado federal.
Onde os mesmo foram apresentados pelo aniversariantes a todos amigos que estavam presente no local, o mesmos deixaram sua mensagem e foram bem aplaudidos.
Onde os mesmo foram apresentados pelo aniversariantes a todos amigos que estavam presente no local, o mesmos deixaram sua mensagem e foram bem aplaudidos.
sábado, 20 de maio de 2017
Esquema do sistema político e intercapitalista do Brasil contemporâneo
A conjuntura política no Brasil contemporâneo é paradoxalmente complexa e simultaneamente simples, porque é relativamente cíclica na superestrutura.
Diversas boas análises estão em curso nesta época online. No caso brasileiro, a crise atual suscita a análise desde o pós-eleições de 2014, embora se saiba que a gênese deste período está em mais amplo processo histórico.
É ainda sempre importante lembrar que o distanciamento temporal de alguns fatos permite uma análise mais totalizante e menos pontual, porém a necessidade de intervenção e ação exige leituras e releituras sobre a conjuntura.
Assim, em resumo pode-se dizer que tem-se hoje um embate político com forte contornos - na sua essência - de uma disputa de classe em meio às diferentes fases do ciclo econômico, entre o boom (expansão) e colapso.
Neste esforço de interpretação, considerando ainda uma leitura mais totalizante da superestrutura dos movimentos do Brasil contemporâneo, cabe interpretações em diversas dimensões. Elas se complementam para ser menos pontual e mais totalizante.
Assim, eu resolvi arriscar uma interpretação, ousando um pouco mais num esquema gráfico que tende sempre em ser de mais fácil interpretação. Assim, denominei o mesmo do “Esquema expandido do sistema político e intercapitalista do Brasil contemporâneo”.
Na superestrutura, o esquema do sistema político brasileiro não difere muito de outros sistemas políticos na democracia ocidental, onde a financeirização e o poder das corporações cada vez ditam mais o controle sobre o poder político.
Esta dinâmica de cooptação tem como instrumentos/tentáculos - cada vez maior – o uso e a incorporação da força da mídia comercial centralizada (e oligopolizada), assim como do poder da instituição do judiciário em suas diversas escalas e estruturas.
Sabe-se que o Estado seria teoricamente uno. Ou trino se entendido como executivo, legislativo e judiciário. Porém, na prática, eles se portam numa interseção como o esquema tenta mostrar com uma articulação real e maior entre o executivo e legislativo, ficando o judiciário, como uma instituição à parte, em sua condição de árbitro.
A Justiça mesmo sendo parte do Estado, junto com a mídia comercial oligopolizada acabam funcionando como uma espécie de correia de transmissão do poder econômico.
Nesta condição, o sistema judiciário conta sempre com o forte apoio e uso da força da mídia para demandar e legitimar suas posições e decisões que tendem para manter o status quo do poder econômico.
Os casos que se sucedem na conjuntura política brasileira escancara esta forma que aqui se tenta interpretar e realçar, sobre a forma como o poder econômico, as corporações e o sistema financeiro controlam o poder político e o Estado.
Ao contrário do que se tenta induzir à compreensão, a questão não é exclusivamente de ética e/ou de valores. Também não cabe a responsabilização fundamental do poder político e seus agentes, mas da engrenagem como um todo.
E nesta linha há sim um grande – e antigo - debate sobre a quem serve o Estado e como a população, na contemporaneidade, tem espaço para participação nas decisões, para além do antigo modelo de representação política.
Imaginava-se e esperava-se que os instrumentos informacionais de comunicação pudessem permitir à população uma maior participação nas decisões do poder político. Porém, este esquema do sistema político, demonstra como esta perspectiva vem sendo ceifada, através da ampliação dos papéis da mídia comercial e do judiciário, que acabam deformando o que se desejava que fosse uma democracia real.
Em quadros de crise como o atual é indispensável devolver à população o seu poder de decidir, mesmo percebendo que o esquema acima atua, desde o financiamento das campanhas eleitorais para escolha dos representantes, a posterior cooptação dos mandatos, com a compra de decisões, indo até a fiscalização e arbitragens e julgamentos dos conflitos naturais, na disputa pelo poder.
Lutar é indispensável, mas é importante compreender em que limites a luta se situa. Alargar estes limites é parte da luta cotidiana. Sigamos em frente.
PS.: Este texto é apenas uma interpretação. Com ele se pretende ampliar o debate, compreendendo que além do debate é indispensável o movimento e a luta constante e organizada.
Diversas boas análises estão em curso nesta época online. No caso brasileiro, a crise atual suscita a análise desde o pós-eleições de 2014, embora se saiba que a gênese deste período está em mais amplo processo histórico.
É ainda sempre importante lembrar que o distanciamento temporal de alguns fatos permite uma análise mais totalizante e menos pontual, porém a necessidade de intervenção e ação exige leituras e releituras sobre a conjuntura.
Assim, em resumo pode-se dizer que tem-se hoje um embate político com forte contornos - na sua essência - de uma disputa de classe em meio às diferentes fases do ciclo econômico, entre o boom (expansão) e colapso.
Neste esforço de interpretação, considerando ainda uma leitura mais totalizante da superestrutura dos movimentos do Brasil contemporâneo, cabe interpretações em diversas dimensões. Elas se complementam para ser menos pontual e mais totalizante.
Assim, eu resolvi arriscar uma interpretação, ousando um pouco mais num esquema gráfico que tende sempre em ser de mais fácil interpretação. Assim, denominei o mesmo do “Esquema expandido do sistema político e intercapitalista do Brasil contemporâneo”.
Na superestrutura, o esquema do sistema político brasileiro não difere muito de outros sistemas políticos na democracia ocidental, onde a financeirização e o poder das corporações cada vez ditam mais o controle sobre o poder político.
Esta dinâmica de cooptação tem como instrumentos/tentáculos - cada vez maior – o uso e a incorporação da força da mídia comercial centralizada (e oligopolizada), assim como do poder da instituição do judiciário em suas diversas escalas e estruturas.
Sabe-se que o Estado seria teoricamente uno. Ou trino se entendido como executivo, legislativo e judiciário. Porém, na prática, eles se portam numa interseção como o esquema tenta mostrar com uma articulação real e maior entre o executivo e legislativo, ficando o judiciário, como uma instituição à parte, em sua condição de árbitro.
A Justiça mesmo sendo parte do Estado, junto com a mídia comercial oligopolizada acabam funcionando como uma espécie de correia de transmissão do poder econômico.
Nesta condição, o sistema judiciário conta sempre com o forte apoio e uso da força da mídia para demandar e legitimar suas posições e decisões que tendem para manter o status quo do poder econômico.
Os casos que se sucedem na conjuntura política brasileira escancara esta forma que aqui se tenta interpretar e realçar, sobre a forma como o poder econômico, as corporações e o sistema financeiro controlam o poder político e o Estado.
Ao contrário do que se tenta induzir à compreensão, a questão não é exclusivamente de ética e/ou de valores. Também não cabe a responsabilização fundamental do poder político e seus agentes, mas da engrenagem como um todo.
E nesta linha há sim um grande – e antigo - debate sobre a quem serve o Estado e como a população, na contemporaneidade, tem espaço para participação nas decisões, para além do antigo modelo de representação política.
Imaginava-se e esperava-se que os instrumentos informacionais de comunicação pudessem permitir à população uma maior participação nas decisões do poder político. Porém, este esquema do sistema político, demonstra como esta perspectiva vem sendo ceifada, através da ampliação dos papéis da mídia comercial e do judiciário, que acabam deformando o que se desejava que fosse uma democracia real.
Em quadros de crise como o atual é indispensável devolver à população o seu poder de decidir, mesmo percebendo que o esquema acima atua, desde o financiamento das campanhas eleitorais para escolha dos representantes, a posterior cooptação dos mandatos, com a compra de decisões, indo até a fiscalização e arbitragens e julgamentos dos conflitos naturais, na disputa pelo poder.
Lutar é indispensável, mas é importante compreender em que limites a luta se situa. Alargar estes limites é parte da luta cotidiana. Sigamos em frente.
PS.: Este texto é apenas uma interpretação. Com ele se pretende ampliar o debate, compreendendo que além do debate é indispensável o movimento e a luta constante e organizada.
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